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    Unicardio participa de pesquisa inédita no Brasil
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    A Unicardio, em Blumenau, foi uma das 50 clínicas e hospitais de todo o Brasil escolhidos para participar de um estudo inédito sobre os efeitos do uso de um medicamento em pacientes submetidos a exames com contraste. Em Santa Catarina apenas mais um hospital, localizado em Florianópolis, foi convidado a participar.

    O ineditismo da pesquisa é explicado pelo coordenador em Blumenau, o cardiologista Dimitri Zappi: “Outras pesquisas desse tipo já foram realizadas em diferentes partes do mundo. No entanto, não com a amostragem que o estudo atual está buscando. Com isso, a intenção é que o resultado fique o mais próximo possível da realidade”.

    O estudo consiste na utilização de uma medicação em pessoas que passam por procedimentos nos quais é necessária a injeção de contraste, uma substância usada para fazer exames de imagem como tomografia, arteriografia ou o cateterismo cardíaco. O uso dessa substância pode causar desde alergias até prejuízo para a função renal, uma vez que ela é eliminada do organismo pelos rins. É justamente nesse ponto que entra a pesquisa, testando a eficácia do medicamento utilizado nos voluntários para evitar os efeitos adversos do contraste no sistema renal.

    A expectativa do HCor, hospital de São Paulo que coordena a pesquisa, é de que até março de 2010 se encerre a parte de coleta de dados. A partir daí, se passará para a segunda fase que é o exame estatístico dessas informações. Ao todo espera-se atingir uma amostragem de 2.300 pacientes em todo o país.

    A Unicardio, por meio do Hospital Santa Catarina, iniciou o estudo há apenas duas semanas, e vê nessa oportunidade a possibilidade de exercer plenamente a função de uma unidade de saúde. “Hoje a missão de um hospital ou de uma clínica médica vai além da assistência. É necessário trabalharmos também o ensino e a pesquisa científica. Isso faz parte da busca pela excelência nos serviços prestados”, aponta dr. Dimitri Zappi. Ele também garante que não há qualquer risco para os voluntários que fazem parte da pesquisa. “As pessoas não precisam ficar reticentes ou inseguras, porque explicamos todo o procedimento e tanto o médico quanto o paciente assinam um termo de consentimento. Diferentemente de pesquisas que testam novas drogas, essa é segura por se tratar de uma medicação conhecida e utilizada com outras funções”, aponta.

    Fonte:  Assessoria de imprensa Unicardio/Cintilus

    Publicada em 24/08/2009