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    O Tabagismo e a mulher
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    Como se sabe, o cigarro contém uma mistura de 4720 substâncias tóxicas, como o monóxido de carbono, alcatrão e nicotina. O monóxido de carbono quando inalado pelos pulmões vai para o sangue e diminui a capacidade do mesmo em transportar oxigênio. A nicotina diminui  a capacidade de circulação do sangue, aumenta o depósito de gorduras nas artérias e vasos, sobrecarregando o coração e podendo levar ao infarto. Promove um aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial.

    Em mulheres, dentre os efeitos do fumo a médio e longo prazo estão: diminuição da capacidade respiratória, infecção respiratória, aumento do risco de aterosclerose, sendo responsável por 90% dos casos de infarto em mulheres abaixo de 50 anos, além de câncer, aumento de rugas na pele e inflamação das gengivas. A mulher gestante que fuma, pode gerar um bebê de baixo peso, além do risco de morte durante a gestação e placenta prévia. 

    Ainda analisando os efeitos, a alteração dos níveis hormonais, principalmente estrógeno e prolactina, pode aumentar os níveis de catecolaminas, formação de coágulos que aumentam o risco de embolias e problemas cardiológicos. Dados demonstram que mulheres que iniciam o uso de cigarro antes dos 17 anos de idade tem sua menopausa antecipada para os 40 anos. Torna-se importante ressaltar que o cigarro associado ao uso do anticoncepcional tem 10 vezes maior risco de ocasionar infarto, embolia pulmonar e tromboflebite.

    São muitos os motivos que levam as mulheres a resistência em suprimir o cigarro e procurar tratamento para auxiliar neste processo. A depressão em mulheres acentua a vontade de fumar e o cigarro passa a ser utilizado como "remédio" para diminuir os efeitos da doença. Consequentemente, a abstinência aumenta os sintomas da depressão, podendo levar a uma recaída. Outro obstáculo encontrado é o medo do ganho de peso após a cessação do uso de cigarro. O ganho de peso mostra-se exponencial no período subseqüente à interrupção de nicotina, sendo o aumento da ansiedade um dos responsáveis pela troca do cigarro por alimento. Ainda, subjetivamente, é importante considerar que após a retirada de nicotina há melhora no paladar.

    O conhecimento destes mecanismos pela paciente é extremamente importante para o sucesso do tratamento. A cessação do tabagismo deve ser encorajada, independente dos fatores adversos, pois ansiedade, baixa auto-estima e pouca resistência à frustração são sintomas presentes na interrupção da nicotina. Os grupos de ajuda para cessação do fumo, tem obtido resultados consideravelmente positivos, ajudando a evitar a recaída para o cigarro.

    Por isso, continue alertando suas pacientes sobre os riscos que o tabagismo traz para as mulheres e orientando-as a parar de fumar!

    Fonte: SBC News

    Publicada em 16/06/2010