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    Arritmias cardíacas: quando se preocupar?
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    Estresse, fumo, grande ingestão de álcool, uso de certas drogas (como cocaína, anfetaminas e remédios para emagrecer), uso de alguns medicamentos e muita cafeína podem ocasionar arritmias, ou o descompasso das batidas do coração.

    Segundo o cardiologista Andrei Lewandowski, da Cardioprime, condições preexistentes, muitas vezes sem sintomas que as denunciem, também podem, com o tempo, originar arritmias cardíacas. “Como nos casos de pressão alta, doença das artérias coronárias, insuficiência cardíaca, falta ou excesso de hormônios da glândula tireóide, doenças congênitas ou hereditárias e a doença reumática do coração”, aponta o especialista. 

    O que muita gente não sabe é que existem maneiras de prevenir a arritmia cardíaca. Uma delas é por meio de avaliações físicas regulares (“check-ups”). Ainda entram na lista as atividades físicas aeróbicas e redução dos fatores de risco para doenças cardiovasculares, tais como o tabagismo, colesterol alto, diabetes (altas taxas de açúcar no sangue), hipertensão arterial e obesidade. 

    Pessoas com antecedentes de infarto e doenças do músculo cardíaco são afetadas com mais frequência. No entanto, segundo Lewandowski, indivíduos saudáveis – inclusive atletas – também podem ter arritmias cardíacas. Muitas vezes, elas não provocam sintomas e, por isso, grande parte da população desconhece seus riscos. A falta de informação é um dos principais fatores que podem levar à morte inesperada, repentina e não acidental, conhecida como morte súbita.“Normalmente, pessoas que não fazem prevenção acabam desenvolvendo morte súbita por fatores que poderiam ser evitados ou controlados”, destaca Lewandowski.

    Atividades como a musculação orientada, em academias ou centros de reabilitação, fazem com que as pessoas passem a ter uma vida mais saudável. Além disso, é importante evitar alimentos de alto teor calórico e gorduras saturadas, que contribuem para o aumento do colesterol e do risco de desenvolver diabetes. Sal em excesso é outro vilão que favorece a hipertensão arterial. Pessoas que sofrem deste mal têm maior propensão de sofrer infartos. Obesos também têm mais chance de desenvolver problemas cardíacos, assim como quem sofre de distúrbios do sono ou vive sob extremo estresse.

    O que é arritmia cardíaca

    Arritmia cardíaca (o termo mais correto seria “disrritmia”), no sentido amplo, pode significar um problema na geração, na velocidade de condução ou no ritmo do batimento cardíaco. “Durante uma arritmia o coração pode bater muito rápido ou muito devagar, ou com ritmo irregular. O batimento cardíaco muito rápido é chamado de taquicardia; o muito lento, de bradicardia”, explica o cardiologista Andrei Lewandowski.

    Existem muitos tipos diferentes de arritmias, desde aquelas que não causam nenhum dano até aquelas potencialmente fatais. Somente um médico com experiência em arritmias pode diferenciá-las. 

    Na formas graves de arritmia cardíaca o coração pode não ser capaz de bombear sangue suficiente para o corpo, o que pode danificar o cérebro, o coração e outros órgãos.  A boa notícia é que existem tratamentos para todas essas situações. 

    Fonte: novablumenau.com.br

    Publicada em 24/09/2010