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    Exame de cintilografia pode diagnosticar doenças logo no início
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    Utilizada em todo o mundo há mais de 50 anos, a Medicina Nuclear é um dos métodos mais eficientes para detecção de diversas doenças, principalmente no início, quando outros exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, ainda são incapazes de diagnosticá-las. E isso é fundamental tanto para o paciente quanto para os médicos, porque, dessa maneira, é possível iniciar o tratamento clínico ou cirúrgico antes que apareçam sinais e sintomas, reduzindo os custos, tempo de internação e, muitas vezes, a chance de a doença evoluir. 

    A Medicina Nuclear (MN) é uma especialidade médica como qualquer outra. Entretanto, ainda é uma área pouco conhecida pelas pessoas e pelos próprios profissionais da saúde. É uma especialidade, ainda que antiga mundialmente, recente no Brasil, ficando por muito tempo restrita aos grandes hospitais dos centros de referência nacionais. A MN é um misto de diagnóstico radiológico, metabólico e laboratorial, além de terapias com radiação direta no tecido-alvo. Também pode ajudar os cirurgiões em algumas patologias, através do rastreamento de tumores ou lesões muitas vezes ocultas (principalmente nos tumores de mama e de pele). 

    A Cintilografia - como é chamado o exame diagnóstico na Medicina Nuclear - garante resultados mais precisos, permitindo a indicação de planejamentos terapêuticos mais adequados.  A maior parte dos exames dispensa que o paciente fique em jejum ou realize preparos desconfortáveis, além do fato que os traçadores, os chamados “radiofármacos”, são isentos, em grande parte, de reações adversas como sonolência e alergias, muito comuns ainda em outros exames radiológicos.

    Os exames são realizados a partir da injeção de um fármaco marcado com um isótopo radioativo, que em alguns casos pode ser também inalado ou ingerido.  A rápida eliminação pela urina e a mínima quantidade radioativa nas doses aplicadas determinam uma ínfima exposição do paciente à radiação, correspondendo, por exemplo, a quantidades radioativas mais baixas que um simples Raio-X. Por isso, além de segura, a Medicina Nuclear oferece conforto ao paciente e permite um tratamento mais eficiente em diversos tipos de patologias.

    Cirurgias radioguiadas minimizam sofrimento

    Um procedimento importante da Medicina Nuclear é a cirurgia radioguiada, que utiliza um aparelho intra-operatório para demarcar as partes do corpo afetadas. Esse método tem sido destaque na área médica nos últimos anos, especialmente nas cirurgias oncológicas, ginecológicas e ortopédicas. O médico nuclear Thércio Rocha, da Cintilus Medicina Nuclear, explica que é injetado um radiofármaco que se concentra no tumor ou nos linfonodos mais próximos dele (chamado linfonodo “sentinela”), auxiliando assim a sua localização durante o ato cirúrgico, além de possibilitar também o diagnóstico de provável disseminação do tumor. “É um arsenal importante para os cirurgiões, porque unimos o diagnóstico por imagem, por meio da cintilografia, com o procedimento de detecção intra-operatória”, salienta. Dessa maneira, o cirurgião pode saber exatamente onde estão os tumores e os linfonodos que devem ser retirados. 

    A cirurgia radioguiada utiliza um aparelho específico chamado PROBE, que localiza a lesão demarcada com o líquido radioativo injetado. “O PROBE veio para minimizar os danos causados por alguns tipos de cirurgias oncológicas, por exemplo, proporcionando mais segurança aos médicos e qualidade de vida aos pacientes após o procedimento”, destaca ainda Thércio Rocha. Segundo ele, sem essa ferramenta, em alguns casos, é necessário fazer um procedimento muito mais invasivo, retirando tecidos desnecessariamente.

    O maior benefício da cirurgia radioguiada é, portanto, reduzir os danos que uma cirurgia de grande porte pode causar, minimizando custos, tempo de internação e o sofrimento do paciente. Ela é indicada principalmente em casos de tumores de mama, pele, dos ossos e cabeça e pescoço.

    Fonte: Assessoria de imprensa Unicardio/Cintilus 

    Publicada em 24/09/2010